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sábado, 20 de setembro de 2014

TODOS 100 HAPPY DAYS


Hoje estou terminando meu projeto de 100 Happy Days. Muita gente não conhece e fica em dúvida de porque tem gente por aí colocando fotos com as hashtags #100HappyDays e contando dias. A proposta é feita por uma fundação que trabalha por um mundo mais feliz. A brincadeira consiste em você se cadastrar no site http://100happydays.com, escolher uma mídia para publicar suas fotos de felicidade e gratidão (pode ser FB, Twitter ou Instagram) e criar uma hashtag para que eles possam acompanhar a sua jornada. Nós demos uma notinha sobre o projeto na edição de julho da Vida Simples. 

Quando conheci o site duas coisas me chamaram a atenção: logo quando você entra, a página diz “Que tal ser feliz por 100 dias? Você não tem tempo para isso, não é mesmo!?”. Quando cliquei, a explicação do projeto dizia que cerca de 71% das pessoas que começavam a jornada não terminavam. Fiquei muito intrigada com essa informação. Achei até meio forçado, afinal, não faz muito sentido. Porque as pessoas vão resistir a serem felizes? Para mim é uma coisa tão incrível! Imagina só, alguém chega para você e diz: 

“Hey, vamos ser feliz por 100 dias!?”. 

Minha resposta é sempre:

“Opa, demorou! 100 dias só!?”

Então eu coloquei um post sobre o projeto nas mídias sociais da Vida Simples, e descobri que a percentagem de 71% de pessoas que fracassam na proposta talvez não seja tão forçada. A maior parte das interações à postagem pelos leitores era negativas, de reclamações ou derrotista. Quando se pergunta para as pessoas “Hey, que tal ser feliz por 100 dias?”, aparentemente isso as deixa meio putas. Li coisas como:

“Nossa, que preguiça!” ou 
“O problema é achar um motivo todos os dias.” e
"Mas tem que tirar fotos todos os dias?"

Li essas coisas um pouco incrédula. Sério mesmo? Sério que você não consegue achar nem uma coisinha, nem um detalhe no seu dia para ser feliz? Um amigo que te liga, um filme passando na TV que você gosta, um momento no trabalho que você deu risada, encontrar alguém que você ama, se surpreender olhando pela janela, comer algo gostoso... uma única coisinha em seu dia que tenha te arrancado um sorriso? Pelo qual você seja grato? Fiquei com um misto de compaixão e aversão por essas pessoas. Compaixão, porque ninguém deveria viver em um limbo como esse, onde não se vislumbra nem mesmo a possibilidade de um sorriso por dia. E aversão porque me reconheci em tantos momentos rabugentos de minha vida, e não quis ser aquela pessoa incapaz de ser feliz. Acho que estamos tão condicionados à reclamações e rabugices que nem mais percebemos quando a felicidade bate na porta. 

Entrei no site, cadastrei minha hashtag #ShineHappyDri e comecei meu desafio no dia 12 de julho de 2014. Eu estava em Portugal para o casamento dos queridos amigos Lícia e Ivan, e peguei um trem escondido para fazer uma visita surpresa para a irmã que a vida me deu no Porto. Foi um dia maravilhoso, porque eu adoro andar de trem, eu fiz a viagem inteira lendo, enquanto admirava a linda paisagem das vilas portuguesas pela janela. Cheguei ao Porto e quase matei a Carol do coração quando me viu de surpresa sentada no café com a melhor amiga dela lá. Fomos para Motosinhos as três e comemos uma mega caldeirada de frutos do mar, regada à vinho verde e depois ficamos até de madrugada no sofá da casa dela com o Viriato conversando e comendo chocolates. Foi um dia tão lindo, tão perfeito, tão cheio de coisas que me fizeram sorrir. Mas eu postei apenas essa foto:



Essa foto foi a síntese da minha felicidade naquele dia. Aliás, foi logo nesse primeiro dia que percebi que talvez a minha dificuldade não seria terminar o projeto, mas escolher apenas uma foto, apenas um momento para registrar. Não demorou muito para eu me habituar a perceber quais eram os momentos felizes do meu dia, e descobrir que na maioria das vezes o que me fazia feliz eram pequenos detalhes do cotidiano, coisas singelas, hábitos diários. Por exemplo: Tenho várias fotos dos meus grupos de literatura nesses 100 dias, e outras tantas de momentos caseiros lendo livros ou assistindo a alguma série.

Outra coisa curiosa foi que eu tenho mais uns 100 Happy Days que não entraram na seleção, mesmo eu tendo extrapolado a regra de 1 foto por dia (posto 3-4 fotos sem dó!). No avião de volta para casa, abri o potinho de frutas do café da manhã e tinha cerejas. É minha fruta favorita, tenho loucura por cerejas. Na hora a única coisa que pensei foi “Olha, meu momento Happy Day!”. Mas meu celular estava desligado no compartimento de malas em cima da minha cabeça e não queria atrapalhar a pessoa ao meu lado, para pegar uma câmera só para tirar foto do meu café da manhã no avião. Esse momento não entrou, mas ficou registrado comigo com felicidade e gratidão. É bobo, eu sei, ficar feliz com cerejas. Mas o que eu posso fazer? Cerejas me deixam feliz! 

Claro que nem tudo nesse processo foram pétalas de rosas. Eu tive dias difíceis. Dias que foram desafios. Dias com notícias terríveis. Dias de doenças e desânimo. Mas eu já tinha criado o hábito. Eu já estava condicionada a perceber quando algo me fazia sorrir e o que eu aprendi é que, mesmo nesses dias negros, existia uma minoria de felicidade. Com o tempo, é só dela que me lembro. 

Durante esses 100 dias também vi outras pessoas embarcando na proposta. Foram pipocando na minha timeline a hashtag #100HappyDays. Alguns percebi que desistiram (que pena!), já vi gente trapaceando também. Gente que começou depois de mim e já terminou. De repente a jornada deles tinha outro caminho, algum atalho que eu perdi. Mas em todos os casos fico felizona quando vejo alguém mais embarcar. Fico feliz pela pessoa. Criar o hábito de perceber a felicidade em minha vida todos os dias me fez tão bem, que fico super feliz quando vejo que alguém também vai ter isso para si. É um negócio contagiante. Quanto mais percebo a felicidade, mais a percepção da felicidade me deixa feliz.

Hoje estou no Rio de Janeiro. Estou desde fevereiro tentando arrumar uma brecha para vir visitar meus amigos aqui. Estou hospedada no meu irmãozinho carioca, e a gente já passou logo a primeira noite pulando e dançando na sala de casa, tomando as cervejas belgas que eu trouxe para ele. Tem bebês para conhecer, um bom tanto de praia. Longo papo sobre a Itália com o Dudu. Exposição do Dalí, chorinho no centro com gente amada, e se sobrar pique, uma festa em algum morro que prometeram ser legal. Muitas dessas coisas vão virar fotos e ganhar a hashtag, mas todas vão virar sorrisos e lembranças como a surpresa de cerejas no meio de um vôo. 

Hoje é o meu dia 100. Confesso que essa semana fiquei triste quando me dei conta que ia acabar. Paradoxal, não é mesmo!? Estou tão acostumada com o projeto, me apeguei tanto à brincadeira de tirar fotos, e colocar as hashtags e reconhecer os sorrisos dos meus dias e ser grata, que sinto uma dorzinha de ter terminado. Como um livro tão bom de se ler que a gente não quer acabar. Sinto uma vontade incontrolável de começar de novo, de fazer o cadastro, e postar novamente #Day1. Mas acho que a proposta da brincadeira é essa mesmo. É como um treinador, um couch de felicidade por 100 dias. Agora já posso tirar as rodinhas da bicicleta e andar por aí sozinha, sendo feliz.  

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

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Levantei cedo para tentar correr, mas parece que o Sol levantou antes. Mesmo assim fiz 6K na orla de Copacabana, entre caminhada e corrida, suando em bicas, mas feliz pacas. Gosto de fazer exercícios ao ar livre. Gosto muito de praticar esportes ao ar livre. Me ajuda a sentir viva. Comprei o jornal e tinha a notícia do homem que roubou a arma de um policial e desencadeou um tiroteio no Reveillon. Parece que a mulher dele, que estava sendo espancada por ele e foi salva pelo policial, o perdoou. Parece que agora a culpa toda é do policial que salvou a vida dela. Impressionante como tem mulher que não tem auto-estima, que se submete a ser tratada como lixo. O ano mal começou e essa é a segunda que vejo. Vontade de dizer “Bem-feito!”. De desejar que ela fique sofrendo com o cafajeste. Mas a coisa não é tão simples assim. Esse tipo de mulher está doente. Não conseguem nem enxergar o quão submissas e patéticas são. Não acham que estão fazendo nada de errado. Essas precisam da nossa ajuda, mais do que qualquer outra. Uma desprogramação machista. Um trabalho de resgate de auto-estima. Fico desanimada quando vejo mulheres que permitem desrespeito, que permitem abuso. Acabam criando um álibi para que canalhas sejam canalhas com todas nós. Tava também no jornal que a praia está poluída, a água turva e com cheiro. Mesmo assim fui à praia, mas só porque Manú disse e garantiu que estaria na Barraca do Baiano. Fui e ainda roubei a prefeitura no Foursquare dela. Não encontrava com a Manú há mais de um ano. O tempo passa rápido e se não ficarmos atentos, nos perdemos. Eu, ela e a Evelyn ficamos horas embaixo de guarda-sóis, falando, rindo e dando força umas para as outras. Torcemos para não pegar micose, desviamos de absorventes na areia da praia, e quando o calor atingiu o pico, corremos para casa fazer lasanha de berinjela e tomar suco de tangerina. Meu incomodo é tão grande que sinto vontade de lamber pedras de gelo o tempo todo. Estou igual ao cachorro da Y. Um Terranova de 60Kg, preto e peludo, que está com insolação. Alguém precisava me jogar pedras de gelo. Se me sobrasse um tequinho de coragem, tinha entrado gritando no Zona Sul fingindo que me roubaram um rim, só para me jogar em uma das caixas de gelo. Rodei cinco padarias do bairro até encontrar um pote de sorvete ded litro. Parece que o Rio de Janeiro inteiro também está sentindo necessidade de lamber gelo. Os sorvetes evaporam das geladeiras. Adoro a sensação de encontrar o que procuro. Também adoro a sensação de pele fresca de banho quando a brisa bate, o frescor das minhas coxas na saia do vestido, e o frescor de descobrir um ar-condicionado. Toda vez que entro em um lugar com ar condicionado me sinto como naqueles filmes de ação, em que o mocinho foge da explosão e fecham a porta de contenção atrás dele bem no momento que o fogo vai atingí-lo. Comi cerejas, um pote de sorvete e terminei a noite  no Carioca da Gema, ouvindo samba da Teresa Cristina e cumprindo a promessa feita à Ana e à Cathy de finalmente sair com elas no Rio. Apesar de eu estar rabugenta e quase odiando o Rio (e eu não quero odiar o Rio), me sinto muito amada aqui. Tenho pessoas aqui. Uma família carioca. Foi o tantinho de bateria que eu precisava carregar para começar esse ano. Quero que ele seja assim: cheio de pequenos prazeres, encontros, pessoas amadas e felicidade.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

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O calor tem testado meus limites de sanidade e me fazendo pensar em como pode essa ser a tal “cidade maravilhosa” se a imagem mental que me traz é do inferno nos desenhos animados do Pica-Pau. Na busca de ar respirável (leia-se “ar condicionado”) arrastei os dois gringos que estão hospedados comigo na casa-hostel do Má e levei para passear no centro. Fomos ver a exposição da Yayoi Kusama, uma artista plástica japonesa que estourou nos anos 60 e é piradinha da Silva! A exposição caiu no gosto dos cariocas, e de todos os turistas visitando a cidade. Digamos que já vi ideias de falos bem mais interessantes... mas a viagem vale a tarde. A superlotação faz a exposição tomar uma outra perspectiva também. Um enxame de pessoas consumindo vorazmente coisas que nem fazem muita ideia do que quer dizer. Achando divertido sofás cheios de pontinhos e se intoxicando de doces e salgados na Confeitaria Colombo. Se estapeando para pegar uma garrafa de cerveja e um empada de qualquer coisa no Bar Urca, e arrastar para o meio da rua enquanto compensam o péssimo atendimento olhando para o mar e reafirmando para si mesmos: eu sou feliz! Tenho crise de asma com essas cenas. Acho claustrofóbico, sufocante. Larguei minha empadinha errada na mureta da calçada e fugi só com a latinha de guaraná. Me tranquei no ar condicionado do cinema, assisti “A Vida Secreta de Walter Mitty” e lembrei por duas horas do quanto é fácil a gente cair no piloto automático e deixar de viver. Sai de lá feliz, decidida a fazer uma monte de coisas esse ano, a escrever um monte de páginas e a me empenhar em realizar sonhos e não apenas fantasiá-los. Achei um bom filme para começar o ano. 


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

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Existe aquela brincadeira no Twitter de que cada ano é um novo capítulo da vida, com 365 páginas. Então as pessoas escrevem sobre seus dias e acrescentam a hashtag #PageXof365. Para marcar as páginas do livro, e os dias da vida. Adoro a ideia. A ideia de que cada dia é uma página em branco. Eu adoro o desafio de páginas em branco. Portanto esse ano resolvi comprar a brincadeira. Escrever um livro inteiro, de 365 páginas. Cada dia, com foto no Instagram e texto aqui no Blog. Um livro de 2014. Espero que a brincadeira não fique entediante. Sinal de que a história não está bem contada. Mas vamos. É um novo ano. É uma nova proposta. E eu comecei assim:



Ainda no Rio. Recebi uma notícia muito triste de um grande amigo. Chorei aos baldes quando desliguei o skype e quebre a promessa que tinha feito à meia-noite de não fumar mais. Depois resolvi esperar. Esperar o que a vida traz de notícias. Esperar até ter certeza da gravidade das notícias. E celebrar a vida que é certa. Saí com amigas em busca de uma cachoeira, mas parece que foi a ideia de todo o resto da humanidade. O Rio está quente, insuportável, lotado. Começo a sentir ímpetos de fuga. De sair daqui desesperadamente. Mas o final da tarde foi mais fresco. Foi de encontro grande com a turma no Posto 8 para ver o Sol se por e muito sentimento de pertencimento. Existe essa palavra? Pertencimento? Inventei!

Primeira lição do ano: É preciso prestar mais atenção nas ações das pessoas do que nas palavras. Palavras são vazias. As ações é que contam. Esse é um ano para calar as palavras que recebo e redobrar a atenção às ações à minha volta. 

quinta-feira, 10 de março de 2011

CARNAVAL

Agora a gente pode falar que o ano começou. Por mais que eu tente ignorar que tem um Carnaval no meio do caminho (no meio do caminho tinha um Carnaval), tudo sempre trava até passar a quarta-feira de cinzas. Talvez por isso esse ano eu resolvi, não passar o Carnaval, mas viver o Carnaval de uma maneira bem típica e popular. Arrumei minha mochilinha e mais uma vez fui para o aeroporto. Dessa vez para o Rio de Janeiro, (que continua lindo sim, mas cheeeeio de cariocas!). Eu nunca tinha passado o Carnaval no Rio. Fui seguindo as instruções do Carioca (meu companheiro de mochiladas), fantasia na bagagem e sem fazer muitas perguntas. Regra de ouro, diga “Sim” para o que for proposto. Se em outras épocas meu ideal de Carnaval era me enfurnar nos cinemas vazios da cidade e ler o máximo de livros que eu conseguisse, vou confessar que me diverti muito nesses últimos dias. Colocar fantasia é uma coisa divertida. Brincar de ser outra pessoa. No primeiro dia eu fui de “Cisne Negro” no Boitatá. Aliás, fantasia de “Cisne Negro” foi sucesso de público e crítica durante todo o feriado. Por onde se ia lá estavam as bailarinas de preto e olhos malvados. Homens, mulheres, crianças. Acho que foi a fantasia mais usada no Carnaval. Legal também andar pelas ruas e ouvir o povo gritando: “Cisne Negro! ÔÔÔ Cisne Negro!!!”. Na terça foi dia de sambinha de raiz no Bloco Último Gole. Em uma praça do Jardim Botânico, super sossegado, organizado. Com barracas de comida, caipirinhas e sistema de fichas. Eu fui de Branca de Neve. Ficou perfeita, e as cantadas foram as mais engraçadas. “Branca de Neve, posso te dar um beijo para você acordar?”. Vários candidatos à sete anões também. Eu acho divertido essas brincadeiras. São inocentes, não arranca pedaço de ninguém. Mas nem só de samba se fez meu Carnaval. No Bloco Cru rolou rock em ritmo de Carnaval. Delícia e o bloco melhor frequentado de todos. Estava marcado para começar às 16h, mas atrasou muito. A gente estava cansado e não ficamos até o final. Fomos para casa, fazer uma mega lasanha e assistir TV. Isso é uma coisa legal dos Blocos de Rua do Rio. Todos começam bem cedo, então à noite dá para ir para casa, tomar banho, descansar e dormir bem antes da meia noite. O melhor bloco de todos eu fui sem fantasia. Fui de Adriana. O Bloquinho do Sargento Pimenta e o Clube dos Corações Solitários. Já fez a tradução? Isso mesmo. Beatles. Beatles non stop e em ritmo de carnaval. O tema oficial do bloco, “Sgt. Peppers Lonely Heart´s Club Band” ficava incrível com o som da percussão. E todas as outras “Hard Day´s Night”, “I wanna Hold your Hand”, “Obladi Oblada”, “Eleonor Rigby” e, claro, “Lucy in The Sky with Diamonds” que fez aquelas ruas do Botafogo pularem todas juntas. Acho que foi também o bloco mais cheio de todos. Houve momentos em que estava insuportável, mas a gente achou um lugar incrível e deu para ficar bem confortável. Para terminar fomos ontem no “Me Beija que Eu Sou Cineasta” na Gávea. Marchinhas, Sambas Clássicos, Tim Maia e Otto no palco completamente chapado errando todas as letras. Já no meio do bloco eu estava à base de guaraná. Estávamos em um grupo grande, fomos todos comer em um boteco do Leblon. Depois eu abandonei o barco. Fui tomar banho, ler um pouco, responder e-mails de trabalho. Já estava sentindo o Carnaval acabado. Eu gosto da folia, da diversão toda, mas agora cedo chegando ao Santos Dummont, tudo o que eu pensava era em abrir meu laptop, trabalhar, telefonar, colocar uma roupa mais urbana. Delícia é que são apenas alguns dias. Delícia que a loucura toda já passou e a gente pode começar o ano. Feliz Ano Novo minha gente! Vamos, que eu quero fazer de 2011 um puta ano.