Eu quase não dou conta de ficar pesquisando conteúdo e descobrindo blogs por todos os lados. Vou esbarrando em tanta coisa legal, que depois não lembro de onde foi, como, quem. No meio da incursão de hoje, esbarrei nessa bike perdida entre um post e outro. Pink! Sim, Pink! Eu me lembro que quando tinha 15 anos a moda eram as mountain bikes com 18 marchas. Eu queria uma rosa. Rosa fluorescente. Não existia. Eu quis tanto. Com tanta força. Que 15 dias antes do meu aniversário a Caloi (ou foi a Monark... não lembro) lançou uma exatamente como eu queria. E eu ganhei de presente. Dei muitas voltinhas na Fábrica da Melhoramentos com ela e com a Carol. Hoje eu tenho uma comum. Caloi, 21 marchas. Bonita. Bem urbana. Em Amsterdam eu pirei com as bikes que todo mundo usa para cima e para baixo. Simples, de ferro. Com freio no pedal. Jeitão retrô. Como essa semana eu ando saudosista da Europa (talvez porque esteja esfriando e eu fico pensando que lá é só primavera ainda e o verão vai chegar), ando com uma saudade de Roma, de Bruxelas, de Londres e Amsterdam (minhas favoritas). De tomar gelatto, deitar na grama do Hyde Park, waffles e pedalar entre canais. Eu vi esse modelito e pensei: “tem meu nome nela”. A coisa mais "mim qué muito" do mês! O preço nesse link só que me assustou. Será que é pegadinha? Será que eu caio na pegadinha? Só falta um cestinho na frente, um ramalhete de lilases e lavanda... Ah, em algum lugar do mundo é Primavera!
"...estou procurando, estou procurando. Tentando dar a alguém o que vivi e não sei a quem, mas não quero ficar com o que vivi." (Clarice Lispector - Paixão Segundo GH)
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
PRAGA?
Sabe que horas eu cheguei no aeroporto ontem?
21h30. Porque o último shuttle do dia saía às 20h45 de Bruxelas, e não dava tempo de pegar o primeiro de hoje de manhã.
Sabe que horas eu estiquei meu sleeping bag no chão gelado e fui dormir?
1h da manhã. Porque não tem muito espaço nesse aeroporto e antes disso estava uma balbúrdia de gente esperando desembarcar o último vôo do dia.
Sabe que horas eu acordei?
Às 4h, porque um segurança sádico passou pelos lounges acordando todo mundo.
Sabe que horas começava o check in do meu vôo?
Às 6h da manhã. (Agora vem a melhor parte!)
Sabe se meu vôo estava na relação de check in?
Não estava. Claaaro que não.
Porque hoje é dia 17 de Setembro... e meu vôo era DIA 18!!!
Ok, eu falei que estava difícil concentrar. Que eu já não tinha noção de nada, mas... Ai, Jesus! Ando tão lesada!!!
Resultado que paguei uma taxa (ouch!) e mudei meu vôo para hoje ao meio-dia. O que significa mais 4h brincando de Tom Hanks pelo saguão do aeroporto até o check in abrir às 10h. Alguma vantagem eu ia descobrir de ter voltado para o Farmville...
21h30. Porque o último shuttle do dia saía às 20h45 de Bruxelas, e não dava tempo de pegar o primeiro de hoje de manhã.
Sabe que horas eu estiquei meu sleeping bag no chão gelado e fui dormir?
1h da manhã. Porque não tem muito espaço nesse aeroporto e antes disso estava uma balbúrdia de gente esperando desembarcar o último vôo do dia.
Sabe que horas eu acordei?
Às 4h, porque um segurança sádico passou pelos lounges acordando todo mundo.
Sabe que horas começava o check in do meu vôo?
Às 6h da manhã. (Agora vem a melhor parte!)
Sabe se meu vôo estava na relação de check in?
Não estava. Claaaro que não.
Porque hoje é dia 17 de Setembro... e meu vôo era DIA 18!!!
Ok, eu falei que estava difícil concentrar. Que eu já não tinha noção de nada, mas... Ai, Jesus! Ando tão lesada!!!
Resultado que paguei uma taxa (ouch!) e mudei meu vôo para hoje ao meio-dia. O que significa mais 4h brincando de Tom Hanks pelo saguão do aeroporto até o check in abrir às 10h. Alguma vantagem eu ia descobrir de ter voltado para o Farmville...
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
UPDATE
Vamos rapidinho porque estou sendo atropelada pela reta final da viagem. Tem estado tão dificil escrever, me concentrar, parar para organizar todos os pensamentos. É que a vida a minha volta está muito rica e fervilhante, então eu fico consumindo tudo de olhos bem abertos para ver se eu não perco nada. Que Bruxelas me consumiu também? Verdade! Mais uma vez, dói um bocado ter de partir de uma cidade. Acho que Bruxelas, de todas, é a mais perfeita. Em sua imperfeição. Vir para cá ainda mais depois de toda a introspecção das montanhas... Foi uma experiência tão surreal quanto os quadros de Magritte. Me sinto detentora de Bruxelas! Dá para entender? Ok. Tem coisa que não se explica em blog. Que não faz parte. Bruxelas também foi sair do 8 para o 80. Passei 10 dias tomando suco de maçã na Suíça. Acho que nunca provei tantas cervejas diferentes como agora em Bruxelas. Outro dia eu estava tentando fazer as contas e acho que nessa semana consegui experimentar uns 35-40 tipos de cerveja diferentes. Claro que nem todas eu tomei o copo inteiro. Eu tenho fígado e gosto muito dele. Agora estou no aeroporto (de novo). Vou dormir aqui (de novo). Amanhã cedinho pego um vôo para Praga (Opa! Esse não é novo!), mas que tem uma cultura de cerveja também muito forte. Dizem até que a cerveja checa é melhor do que a belga... Hum! Sinto-me na obrigação de verificar. De qualquer forma, Praga é uma fuga da minha proposta original. A proposta era: países da europa ocidental, estudar italiano e voltar para o casamento da minha prima. Eu estudei italiano, a passagem para chegar na véspera do casamento da minha prima já foi comprada e... eu dei umas escapulidas da Europa Ocidental. Primeiro foi Marrocos. Tinha essa coisa de tempo de visto na Comunidade Européia e a passagem aérea estava custando €15. Não tinha como não ir para o Marrocos! Depois foi Croácia. Novamente o lance do visto e... e eu estava cansada daquele tempo horroroso do Reino Unido. Chuva, neblina, frio. Deprimente. Queria Sol e biquini, pelo menos para fingir que eu estive no verão europeu. E agora estou novamente indo para o Leste Europeu. Três motivos. Número um: o Carioca me mandou um email, um tempo atrás, dizendo que estava vindo para a Europa e passou o roteiro dele. “Vê se você encaixa em algum desses lugares, Paulistinha!”. Olhei a lista. Firenze, Roma, Amsterdam, Berlin, Paris, Praga... PRAGA! Chegamos no meu motivo número dois: Sempre fui loooouca para conhecer Praga. E acho que esse motivo já tá de bom tamanho. Mas como eu gosto de números ímpares, levanto um motivo número três: Kafka! Que está diretamente ligado ao meu motivo número dois e minha base literária de adolescência. (Viu só o que dá quando você lê o que quer quando é pequena? Fica assim!) Depois de Praga, vamos juntos para Berlin e então eu ainda não sei o que vou fazer. Talvez procurar alguma montanha na Alemanha para me isolar novamente e tentar equilibrar. Falta pouco tempo. Está acabando e eu sinto como se fosse ladeira abaixo. Descendo de carrinho de rolimã ainda. Até consigo ouvir o barulho no asfalto. Ando cansada. Muito cansada. Já não sinto nada.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
TRAPISTA
Ah! Claro que eu queria me enfiar em um desses monastérios e ver como é que eles fazem essas maravilhas que mudam completamente seu paladar para cervejas. Mas esse é um processo guardado à sete chaves. As cervejarias trapistas não são abertas ao público, são em lugares bem ermos no interior e o máximo que você vai conseguir indo até lá é comprar a cerveja em alguma lojinha dos monges. Mais nada. O que me deixou com uma pulga atrás da orelha... O que será que esses monges ficam fazendo lá, escondidos e tão em segredo que não querem mostrar para ninguém? Hum? Hum?
CERVEJA
Sim! Bruxelas é antes de tudo o paraíso da cerveja. Dizem que toda a Bélgica. Eu gosto de pensar nisso como uma unidade de país. J Eu estou absorvendo essa cidade com todos os meus sentidos, e com um apurado senso exploratório. Hoje de manhã Karel disse que parece que eu estou aqui há meses de tanto que eu já descobri da cidade. Fiquei toda pimpona. Estou com uma predileção pelas cervejas trapistas. São cervejas feitas por monges no interior do país. Existem 7 cervejas trapistas no mundo todo. Seis dessas são produzidas na Bélgica. Claro que existem várias sub-linhas também produzidas em monastérios, mas são comerciais e não se enquadram na caracterização de trapista. Eu conhecia só a Chimay. Essa acho que é a mais popular. Existem alguns bares em São Paulo em que é fácil encontrar. Eu e o Alê tomávamos várias vezes Chimay pelas noites paulistanas. As outras fui descobrindo por aqui. Melhor, porque aqui elas tem preço de cerveja normal e não são tratadas como “vinhos sofisticados” como em algumas cervejarias do Brasil. De todas as trapistas belgas, só me falta uma. Que me disseram que é a top das tops. A Westvieteren da Sixtus. Dizem que se você provar essa, nunca mais vai provar cerveja da mesma forma. Hummm! Desafio intrigante. Vou hoje na Delirius fazer exatamente isso. Delirius é o nome de uma cerveja top. Acho que custa uns R$220 por aí. Aqui custa a bagatela de €4. Vem em uma garrafa grandona e com rolha de champgne. Tem um elefante azul no rótulo. Sim. O mundo é injusto. Ainda não tomei essa também, mas hoje acho que vou me jogar nas “extravagâncias”. Só o crème de la crème. Mas Delirius também é o nome de um bar aqui em Bruxelas que você se sente a pessoa mais sortuda e a mais azarada quando o descobre. Mais sortuda porque, entrar nesse bar é a mesma sensação que os primeiros arqueologistas devem ter sentido quando descobriram as pirâmides. A busca pelo Santo Graal. E a mais azarada porque depois de descobrir esse bar parece que todos os caminhos que você faz te fazem querer voltar para lá e você sabe que nunca mais vai ser feliz em um bar na sua vida. Fica no subsolo, em uma ruazinha atrás da Grand Place. Descendo as escadas você adentra um universo paralelo de mesas, barris, decoração kitsch e um cardápio com mais de 2000 cervejas. (DUAS MIL!!!!) É isso. Só cerveja. Mais nada. Tudo regado à melhor música dos anos 80. Você nunca mais vai ser o mesmo depois de descer aquelas escadas. Pense muito bem antes de fazer. É como uma viagem de heroína. Sem volta. Talvez também, em homenagem à minha irmã, eu resolva tomar uma cerveja de framboesa. As cervejas frutadas também fazem parte de um cardápio todo a parte. Morango, uva, cereja, mirtillo, groselha. Um verdadeiro festival de cerveja de berries. Eu não sou muito fã de bebida doce. Acho que tem tudo gosto de xarope. Mas, uma vez em Roma...
sábado, 11 de setembro de 2010
BRUSSELS!!!
Fala rapidinho tudo o que te vem na cabeça quando você pensa na Bélgica. Chocolate: Guylian, Godiva, Neuhaus. Cerveja (HUMMM!!!). Waffles. Quadrinhos: Tintin, Asterix, Smurfs. Magritte. Bruegel (mas dizem que ele nasceu na Holanda). Jean-Claude Van Damme. Pronto. Era isso o que me vinha na cabeça e acabou. Além de que eles também falam francês e fumam muito. Isso porque o primeiro belga que eu conheci na minha vida foi meu professor de francês na Aliança Francesa e eu ainda estava nas fraldas dos 20 anos. Não gostava nada dele. Chato e arrogante. A Bélgica estava na lista dos países que eu me propus a conhecer antes de sair do Brasil. Mas nos últimos meses eu fiquei me questionando inúmeras vezes se valia mesmo a pena vir para cá. Se não era melhor priorizar Alemanha e Holanda agora que o tempo está cada vez mais curto e a passagem de volta para o Brasil já foi comprada. Mas como eu sou teimosa, bati o pé e falei “Já estava decidido. Vai para a Bélgica e pronto.” Então eu peguei um avião mais para cumprir protocolo do que “super ansiosa” pelo o que quer que eu fosse encontrar. Quando eu estava vendo estadia em Bruxelas escolhi ficar em um Bed & Breakfast. Dentro da minha pesquisa a opção ia me dar condições de ter um conforto mais “lá em casa” e eu ando mesmo de saco cheio da molecada de hostel. Quem me recebeu hoje não foi Karel, o dono da casa, mas Cesar, o mega- incrível cão SRD que me fez sentir em casa em dois segundos. Larguei minha mochila no sofá e então Karel (o dono) me recebeu com uma xícara quente de café e ficamos treinando meu francês e tomando café da manhã que nem estava incluso na minha reserva. O B&B fica fora do grande centro de Bruxelas. Eu queria uma experiência que me inserisse mais no contexto real da vida das pessoas e eu já acho que saí na frente logo na primeira hora. Karel é uma pessoa incrível. Um belga inteligente, gentil, educado. Fumante (Ahá!). Apaixonado pelo próprio país, mas como todo belga não leva isso muito à sério. Abriu o mapa de Bruxelas e me mostrou tudo o que é, o que não é, e o que fazem os belgas e onde. Mesmo tendo (quase) dormido no aeroporto de Geneva ontem e sentir o corpo beirando a exaustão, eu resolvi nem esquentar a cadeira e botar minhas pernocas na rua para sentir a cidade. Primeiro choque, ainda mais tendo saído da asséptica Suíça, foi pegar o bonde e ir da periferia até o centro junto com uma infinidade de etnias diferentes, pessoas com cara de gente de verdade, mulheres mulçumanas com seus véus na cabeça, cheiro de suor dos homens embaixo do Sol e uma tropa de carrinhos de bebês. Os belgas procriam. E muito. Desci na borda do centro de Bruxelas e saí andando para um primeiro reconhecimento. Não demorou muito para o mapa que eu carregava na mão com todas as sugestões de Karel ir parar no lixo, e para eu descobrir que Bruxelas é, talvez, a cidade mais interessante da Europa hoje. Uma Babel surrealista. É a melhor definição que consigo encontrar. As ruas fervem de pessoas aproveitando o sábado ensolarado. Milhões de fotografias implorando para serem tiradas. Lojas maravilhosas de quadrinhos em cada esquina, (que fariam alguns dos meus amigos de casa considerarem muito bem paga uma passagem aérea). Uma arquitetura fragmentada, que não faz muito sentido, mas que faz todo, mesclando prédios em decomposição com relíquias art-nouveau. Bares, cafés, bares. Por todos os lados. Por onde se vira. Por onde se anda. Música ao ar livre em cada esquina. Pessoas se manifestando, se expressando, ou só deixando do jeito que está. Uma cacofonia humana que eu nunca vi igual. São mais de 100 etnias diferentes só em Bruxelas. Bandeiras do Brasil. Outras tantas da Comunidade Européia. E eles falam francês, mas falam mais o holandês. Falam também uma porção de dialetos... na verdade dizem que falam, mas ninguém entende para poder dizer se falam ou não falam. Então eu cruzo a rua e um grupo fantasiado de marionetes passa cantando e gritando, jogando laranjas para as pessoas na praça. Me lambuzo toda de waffle de morango e nutella enquanto um adolescente se abaixa na minha frente e escreve com giz no meio da rua em francês “O Amor é o único mecanismo de sobrevivência”. Resolvo experimentar cervejas, e vou sentando de bar em bar, pedindo uma diferente em cada lugar. Em um desses, um grupo de adolescentes senta em alvoroço na mesa ao lado. O “líder”, usando uma camiseta escrito em francês “Aluga-se belo espécime de 20 anos. Capaz de fazer festa e amor todas as noites. Uma verdadeira fera do sexo. Satisfação garantida ou o seu dinheiro de volta. Tratar aqui. (Dispenso intermediários)”. Ele vira para a descolada hype de 40 anos na outra mesa (que usa os raybans que melhor caem bem em uma pessoa que eu já vi) e solta em inglês "Posso te fazer uma pergunta? Porque você é bonita? Porque?”. Umas três mesas a volta caem na risada e voltam às suas conversas compenetradas e despretensiosas em seguida. As combinações fashions mais esdrúxulas do planeta desfilam para todos os lados. Uma sex shop ao lado de uma loja de roupas de maternidade (uma coisa leva a outra, não é?). Museus. Inclusive o do Magritte. Trânsito louco. Painéis de parede inteira com Tintin escalando montanhas. Bicicletas que deslizam como se estivessem nas nuvens. Pessoas deitadas em espreguiçadeiras no meio das calçadas. Ainda, no meio de tudo, Bruxelas não é um desbunde. Não tem o encanto de tantas outras capitais. Não é nada. E talvez por isso seja tudo. As pessoas todas possuem caras de “normais”. A cidade se perde um ruas e esquinas que podiam ser “mais um”, para te surpreender em seguida com vida e efervescência. Você nunca sabe o que vai encontrar virando uma rua. Ainda assim, é um ótimo país para se viver. Alta carga tributária (mas a gente que é brasileiro pode até dar risada disso). Um excelente sistema de transporte público. Sistema de saúde eficiente. Vida cultural diversa e ativa. Uma das melhores qualidades de vida do mundo. Equilíbrio social. Zero pobreza na rua. Mas zero riqueza também. Um lugar onde se pode comprar de tudo. Onde se come bem com qualquer orçamento. Onde a cerveja é mais barata do que água. E onde a maior atração turística é um menininho de 50cm fazendo xixi. Bruxelas corre por fora entre as capitais européias. Era o último lugar que eu “queria muito” vir, mas talvez devesse ter sido o primeiro. Quando meu corpo físico venceu o emocional (talvez levado em muito pelas cervejas ao longo da tarde), voltei para casa, tomei um banho longo. Pedi uma pizza e uma garrafa de vinho delivery. De uma pizzaria napolitana. Porque é isso que eu gosto de fazer sábados à noite quando eu estou em casa. Comi pizza de funghi com Karel e um casal de eslovenos que também está hospedado aqui. Para viver como vivem os belgas, fumei dois cigarros na janela. Agora estou sentada no sofá ao lado de um boneco de pelúcia gigante do Marsupilami. Todos aqueles meus esteriótipos da Bélgica começam a se trimensionalizar. É aquilo. Também. Bem mais. Antes que alguém me pergunte “Mas e o Jean-Claude Van Damme?”. Vou te dizer! Até ele faz sentido no delírio que é essa cidade.
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